Treinamento de OSCILOSCÓPIO AUTOMOTIVO

Carga horária: 72hs

Subdivisão da carga horária:

  • Configurações do Osciloscópio: 12hs

  • Diagnóstico de INJEÇÃO ELETRÔNICA com OSCILOSCÓPIO: 32hs

  • Diagnóstico de SISTEMAS ELÉTRICOS DE CARROCERIA com OSCILOSCÓPIO: 5hs

  • Diagnóstico de REDE CAN com OSCILOSCÓPIO: 3hs

  • Diagnóstico de SISTEMAS Eletrônicos de IGNIÇÃO: 20hs

 

Este treinamento tem o objetivo de ensinar os princípios gerais da correta aplicação do OSCILOSCÓPIO no diagnóstico avançado dos sistemas de injeção eletrônica, sistemas de ignição e centrais eletrônicas de controle do motor.

  • Será um treinamento exclusivo sobre o OSCILOSCÓPIO AUTOMOTIVO, com ênfase á 4 CANAIS.

No decorrer deste treinamento serão conhecidos TODOS os sensores e atuadores existentes nos mais diversos sistemas de injeção eletrônica, com ações práticas de testes nos veículos com o constante uso do multímetro (em todo o decorrer do treinamento), que é ferramenta importantíssima para testes no sistema, E AMPLO ESPECTRO DO USO DO OSCILOSCÓPIO EM MEDIÇÕES NO SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA.

Cada participante receberá um manual técnico de OSCILOSCÓPIO com 1.750 páginas, com informações de:

  • Técnica de sensores do sistema eletrônico;

  • Dinâmica de funcionamento de sensores;

  • Valores de testes de sensores;

  • Imagens dos sinais dos sensores analisados com OSCILOSCÓPIO;

  • Técnica de atuadores do sistema eletrônico;

  • Dinâmica de funcionamento de atuadores;

  • Valores de testes de atuadores;

  • Imagens dos sinais dos atuadores analisados com OSCILOSCÓPIO;

  • Análise e estudo de alimentações elétricas do sistema eletrônico;

  • Descrição de casos reais de falhas em cada etapa de componente estudado;

  • Sistemas elétricos de carroceria;

  • Análise de sistemas de CARGA dos veículos;

  • Análise de sistemas de PARTIDA dos veículos;

  • Análise de sistemas de comunicação da REDE CAN dos veículos;

  • Técnicas de circuitos de sistemas eletrônicos de controle de ignição;

  •  Sistemas com controle de ignição transistorizado

  •  Sistemas de controle de ignição eletrônico

  •  Sistemas de ignição com sensor de rotação por efeito indutivo

  •  Sistemas de ignição com sensor de rotação por efeito Hall

  •  Sistema de ignição estático

  •  Bobina de ignição única (COP ou Coil On Plug)

 

  • Osciloscópio para analise de sinais elétricos

  • Forma gráfica de um sinal elétrico

  • O que podemos fazer com um osciloscópio?

  • Quais controles possuem um osciloscópio típico?

  • Tipos de ondas

  • Ondas senóides

  • Típica onda senoidal (Tensão alternada em 110VAC e 220VAC)

  • Medição de tensão

  • Tensão alternada

  • Amplitude e Frequência do sinal elétrico alternado

  • Ondas quadradas e retangulares

  • Típica onda quadrada (tensão 5VDC e 12VDC)

  • Tensão contínua

  • Amplitude e Frequência do sinal elétrico contínuo pulsado

  • Pulso de onda quadrada com 5VDC e 12VDC de amplitude

  • Pulso de onda quadrada com 12 Hz, 24 Hz e 48 Hz de frequência

  • Ondas triangulares e dente de serra

  • Pulsos ou escalas

  • Período e Frequência

  • PWM ou Ciclo de trabalho (%)

  • Freqüência fixa com 50%, 15% e 70% de controle

  • Sinal PWM com comando NEGATIVO e comando POSITIVO

  • Pulso com 10%, 20%, 35%, 50%, 75% e 95% de controle NEGATIVO

  • Pulso com 10%, 20%, 35%, 50%, 75% e 95% de controle POSITIVO

  • Ajuste de TENSÃO DE BASE ou Sensibilidade vertical (tensão de amostragem)

  • Sinal de TENSÃO alternada de 10 VAC

  • Ajustes de tensão com grandeza de 1, 2 e 5

  • Ajuste de TENSÃO do CH1

  • Sinal típico com ajuste de tensão incorreto

  • Sinal típico com ajuste de tensão em 50 volts e 200 volts

  • Sinal do sensor MAP com ajuste de tensão CORRETO e ajuste de tensão INCORRETO

  • Ajuste de TEMPO DE BASE ou Sensibilidade horizontal (Velocidade de amostragem)

  • Seleção de amostragem de 100ms/div e 200ms/div

  • Ajustes de TENSÃO do CH1 (Tempo/DIV)

  • Analisando o PULSO DO INJETOR com ajuste correto (1ms/div) e com ajuste de 200µs/div e 100ms/div

  • Pulso de 5VDC e duração de 1ms/div

  • Onda senóide de 300VAC e duração de 2ms/div

  • Sinal com ajuste de tempo em 10ms e 200 ms

  • Ajuste do gatilho de disparo (função Trigger)

  • DISPARO POSITIVO (TRIG+) e DISPARO NEGATIVO (TRIG–)

  • Ajustes, modo, tipo, fonte e direção de varredura do gatilho

  • Sinal do sensor de RPM (2VAC/20ms) com gatilho no CH1, direção NEG a 7,53V

  • Pulso do injetor UCE Marelli G7 (20V/200μs) com gatilho no CH4, direção POS a 48,9V

  • Pulso de ignição sistema TSZ-i (20V/5ms) com gatilho no CH3, direção NEG a 5,02V

  • Pulso TTL de controle de ignição (2V/20ms) com gatilho no CH1, direção POS a 1,95V

  • Rede elétrica residencial de 220VAC (100VAC/5ms) com gatilho no CH1, direção NEG a 157V

  • Sinal do sensor Hall de FASE de comando (2V/5ms) com gatilho no CH1, direção POS a 816mV

  • Pulso de injetor (40V/20ms) com gatilho no CH3, direção NEG a 22,6V.

  

 

  • Sistemas eletrônico de injeção de combustível

  • Princípio de funcionamento

  • Relação estequiométrica

  • Unidade Central Eletrônica

  • Relação de centrais eletrônicas Magneti Marelli com falha

  • Sensores de posição potenciométricos

  • Esquema elétrico de ligação GM Celta 1.0 Multec F

  • Testes em bancada do sensor de posição de borboleta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Tabela de valores de sensores de posição de borboleta de aceleração do motor

  • Teste nos sensores de posição de borboleta de aceleração no veículo

  • Sensor de fluxo de ar (VAF) para UCE´s analógicas (alimentação de 12V)

  • Sensor de fluxo de ar (VAF) para UCE´s digitais (alimentação de 5V)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sistema de acelerador elétrico com corpo de borboleta DBW (Drive by Wire)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Estágio de controle do motor elétrico de aceleração (UCE Bosch ME 7.9.9)

  • Pulso de comando PWM do motor de aceleração DBW

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensor duplo do pedal do acelerador

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Gol 1.0 MI 8V e 16V (Sistema Bosch Motronic MP9, Magneti Marelli 1AVS e 1AVI)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensores de temperatura

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Circuito divisor de tensão

  • Tabela de tensão do circuito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • FIAT - VW MI (todos com MARELLI)

  • FIAT - GM (todos com BOSCH)

  • Sensor de temperatura do ar veículos GM sistema MULTEC H

  • GM com BOSCH ME7.9.6/ME7.9.9/MULTEC HV240/FR4

  • Fiat com sistema Marelli 7GF/Marelli 4AFB/ BOSCH ME7.3H4

  • Peugeot com sistema BOSCH ME 7.4.9 - VW com sistema Marelli 4GV

  • Renault com sistema SIRIUS 3134 - HONDA com sistema PGMFi

  • Esquemas elétricos Ford Fiesta 1.6 Rocam SFI – Sistema EEC-V

  • Sensores de temperatura de duplo circuito dentro da UCE do motor UCE Delco família GM

  • Tabela de TENSÃO X TEMPERATURA do circuito duplo

  • Sensores de pressão absoluta analógicos

  • Teste nos sensores de pressão absoluta analógicos

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Esquemas elétricos Fiat Uno 1.0 SX – Sistema Marelli G7

  • BOSCH ME7.9.6, DELPHI HV240/FR4/Multec H

  • BOSCH M1.5.5 - BOSCH ME7.9.9 - Marelli G7 e 1G7 – Marelli 4AFB

  • Digifant 1.74/1.82 – Marelli 1AVB/1AVP/4AVP

  • SIRIUS 3134 – Bosch Motronic ME7.4.9

  • Marelli 4AFR, 4CFR - EEC-VI FoMoCo

  • Imagens dos sensores de pressão analisados com o osciloscópio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensores de pressão absoluta digital

  • Frequência do sinal á 159 Hz

  • Frequência do sinal á 108 Hz

  • Tabela de FREQUENCIA X PRESSÃO dos sensores de pressão

  • Esquemas elétricos VW Gol 1.0 Plus– Sistema FIC EEC-IV

  • Teste nos sensores de pressão absoluta digital

  • Imagens características do sensor MAP visualizado com o osciloscópio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensores de massa de ar analógico

  • Resistor térmico PTC

  • Ligação do sensor até a UCE do motor FIAT Marea 2.0 20V

  • Audi, BMW, Fiat, Ford, GM, Honda, Nissan, Toyota, VW,

  • Teste nos sensores de massa de ar analógico

  • Imagens dos sensores de massa de ar analisados com o osciloscópio

  • FORD Escort ZETEC 1.8 16V e FORD Focus 1.8 16V

  • HONDA New Civic 1.8 16V e VW Passat 2.8 VR6

  • Relação de falhas dos sensores de massa de ar

  • Sensores de massa de ar digital

  • Lógica de funcionamento

  • Sensores de ALTA FREQUÊNCIA família GM

  • Sensores de BAIXA FREQUÊNCIA família MITSUBISHI

  • Ligação do sensor até a UCE do motor GM Blazer motor VORTEC 4.3 V6

  • Testes nos sensores de massa de ar digital

  • Imagens dos sensores de massa de ar digital analisados com o OSCILOSCÓPIO

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensor de rotação do motor por efeito indutivo

  • Frequência do sinal da roda fônica dentada de 60 dentes

  • Falha da roda fônica dentada

  • Imagens da falha da roda fônica analisados com o osciloscópio

  • Ordem de explosão motor 4 cilindros = 1 – 3 – 4 – 2

  • Ordem de explosão motor 5 cilindros = 1 – 2 – 4 – 5 – 3

  • Ordem de explosão motor 6 cilindros = 1 – 5 – 3 – 6 – 2 – 3

  • Divisão de graus por numero de dentes da roda fônica

  • 60-2 dentes (3º por divisão de dentes)

  • 36-1 dentes (5º por divisão de dentes)

  • 36-2 dentes (5º por divisão de dentes)

  • 117 dentes (1,5º por divisão de dentes)

  • Esquemas elétricos Chevrolet Corsa 1.0 – Multec EMS

  • Imagens dos sensores de rotação do motor indutivo analisados com o osciloscópio

  • Pulso TTL de controle de avanço de IGNIÇÃO á 9º APMS (PMS 1/4)

  • Pulso de controle de avanço de IGNIÇÃO á 0,75º APMS (PMS 2/3) Fiat UNO Fire 1.0

  • Sinal do sensor RPM + sensor de FASE + fase de injeção - Fiat Punto 1.4

  • Sinal do sensor RPM + sensor de FASE + fase de injeção - Ford Fiesta 1.6 ROCAM

  • Sinal do sensor de FASE + sensor de RPM Toyota Corolla 1995

  • Sinal do sensor de RPM + INJ1 + INJ2 Fiat MAREA 5cc 2.0 20V

  • Sinal BOB1 + sensor de RPM + sensor FASE Fiat STILO 2.4 Abarth

  • Roda fônica amassada VW Passat 1.8 Turbo/GM S10 2.4 MPFI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensores de rotação por efeito Hall

  • Técnica de sensores de rotação por efeito Hall

  • Circuito de leitura de sinal Hall

  • Análise do sinal Hall com multímetro

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Teste nos sensores de rotação por efeito HALL VW Gol 1.6 MI sistema 1AVB

  • Freqüência de trabalho do sensor Hall em função do numero de janelas

  • Teste nos sensores de velocidade Hall para o velocímetro

  • Imagens dos sensores de rotação do motor Hall analisados com o osciloscópio

  • Sinal do sensor RPM + pulso do injetor VW Golf 1.8 GL

  • Sinal do sensor RPM + pulso TTL de ignição VW Polo Classic 1.8 MI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Conferência da posição mecânica da roda fônica “SABÓ”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensor de fase do comando de válvulas por efeito Hall

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Vista traseira do comando de válvulas do motor com 3 dentes de referência

  • Vista traseira do comando de válvulas do motor com 4 dentes de referência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sinal do sensor RPM + sensor de FASE + pulso do injetor ME 7.5.10/ME7.5.20/ME7.5.30

  • Sinal do sensor de FASE (comando de válvulas torto) VW Voyage 1.0 IAW 4GV

  • Sinal do sensor RPM + sensor de FASE + pulso do injetor VW Parati 1.0 4LV

  • Sinal do sensor RPM + sensor de FASE + fase de injeção Fiat Punto 1.4

  • Sensores de detonação

  • Condições de queima NORMAL da mistura

  • Condições de queima ANORMAL da mistura (processo de detonação)

  • Ressonância do sensor de detonação

  • Teste nos sensores de detonação VW Saveiro 1.8 MI 1AVP

  • Imagens do sinal dos sensores de detonação

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sensores de oxigênio

  • Célula Nernst do sensor de oxigênio

 

 

 

  • Fator LAMBDA

 

 

 

 

  • Constituição interna do sensor de oxigênio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Relação ar-combustível com transição para mistura RICA

  • Relação ar-combustível com transição para mistura POBRE

  • Sensor de oxigênio do tipo dedal sem aquecimento (LS)

  • Sensor de oxigênio do tipo dedal cem aquecimento (LSH)

 

 

 

  • Sensor de oxigênio de titânio com aquecimento

  • Sensor de oxigênio do tipo Planar, com aquecimento (LSF)

  • Sensor de oxigênio de banda larga com aquecimento (LSU)

 

 

 

  • Ligação dos fios dos sensores de oxigênio

  • Ligação do sensor lâmbda até a UCE do motor VW Paratí 1.0 Marelli 4LV

  • Controle da resistência elétrica do aquecedor do sensor lâmbda UNIVERSAL

  • Controle da resistência elétrica do aquecedor do sensor lâmbda PLANAR

  • Teste de consumo da resistência de aquecimento da sonda lambda UNIVERSAL

  • Teste de consumo da resistência de aquecimento da sonda lambda PLANAR

  • Situação de mistura RICA na descarga

  • Situação de mistura POBRE na descarga

  • Sonda lâmbda com problemas de aterramento da UCE (ruído no sinal)

  • Ajuste de combustível a curto prazo (STFT)

  • Ajuste de combustível a longo prazo (LTFT)

  • Alimentação elétrica do sistema

  • Testes no sistema elétrico Ford FIESTA 1.0 Rocam

  • Circuito de alimentação da UCE (Celta até 2002)

  • Testes no rele de alimentação elétrica do sistema

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Eletrobomba de combustível

  • Valor de consumo de corrente elétrica

  • Manômetro para medição de pressão de combustível

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Medição de pressão da eletrobomba de combustível

  • Pressão e vazão de bombas de combustível BOSCH

  • Pressão e vazão de bombas de combustível DELPHI e MAGNETI MARELLI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Eletroinjetores de combustível

  • Comutação da BASE do transistor à tensão

  • EMISSOR do transistor NPN está ligado à massa

  • COLETOR do transistor NPN está ligado ao injetor

  • Gráfico do injetor

  • Pulso de comando do injetor

  • Pulso do transistor de comando do injetor

  • Analise da junção BC do transistor de comando do injetor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Controle PARALELO = Injeção simultânea 1, 2, 3 e 4 VW Golf MI 1.8 GL

  • Controle SEMISEQUENCIAL = Injeção semi-sequencial 1/4 e 2/3 VW Santana 2.0 EFI

  • Controle de combustível SEQUENCIAL

  • Tempo de injeção motor FLEX com gasolina

  • Tempo de injeção motor FLEX com etanol

  • Pulso do injetor na aceleração rápida do motor VW Santana 2.0 EEC-IV EFI

  • Pulso do injetor no retorno para marcha lenta VW Santana 2.0 EEC-IV EFI

  • Transistor de comando do injetor aquecendo a junção EC

  • Ligação dos injetores até a UCE do motor FORD Escort motor 1.8 16V ZETEC

  • Eletroinjetor de combustível monoponto

  • Comando do injetor por corrente controlada (Peak and Holding)

  • Comando do injetor por corrente modulada (impulso modulado)

  • Modo de controle de injeção SINCRONO

  • Modo de controle de injeção ASSINCRONO

  • Comando do injetor por corrente controlada (Peak and Holding)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Atuador de marcha lenta por solenóide elétrico IACV

  • Carga cíclica (%) e Integrador do IACV

  • Ligação do atuador IAC até a UCE do motor GM Omega 3.0

  • Padrão gráfico do solenóide do atuador de marcha analisados com o osciloscópio

  • PWM negativo de controle em 42,6% e 88,76%

  • Controle do solenóide de marcha lenta Fiat MAREA 2.0 20V

  • Controle do solenóide de marcha lenta UCE DIGIFANT 1.74 e 1.82

  • Controle do solenóide de marcha lenta VW Santana 2.0 EEC-IV EFI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Atuador de marcha lenta eletropneumático Hitachi

  • Atuador desligado

  • Durante a partida do motor

  • Durante a marcha lenta

  • Inicio da correção de marcha lenta

  • Sinal de comando do atuador FORD Endura e Zetec

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Atuador de marcha lenta por motor de passo a passo

  • Vazão de ar do motor de passo a passo

  • Valores de resistência do atuador IAC

  • Comando do motor de passo a passo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sistema de emissões evaporativas

  • Filtro de carvão ativado e Circuito da válvula de purga do cânister

  • Sistema de controle de emissões de gases

  • Teste de vedação da EGR com motor desligado

  • Teste de vedação da EGR com motor em funcionamento

  • O sistema EGR e a detonação

  • Dispositivos de controle de emissões

  • Emissões de gases

  • Compreendendo as emissões

  • Analise dos gases do escapamento

  • Controle da concentração das emissões poluentes

  • Conversor catalítico de 3 vias.

  • Resultados de análises de emissões de gases

  • Motores térmicos

  • Sistemas de ignição

  • Princípio de funcionamento do transformador elétrico

  • Geração de alta tensão a partir de tensão DC

  • Gerador de alta tensão (bobina de ignição)

  • Circuito PRIMÁRIO e SECUNDÁRIO

  • Bobina de ignição convencional

  • Valor da resistência das bobinas de ignição cilíndricas

  • Relação de rotores de ignição

  • Bobina de ignição plástica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sistemas com controle de ignição transistorizado

  • Lógica de trabalho do transistor DARLINGTON

  • Diagrama esquemático de ligação do estágio de potencia de ignição

  • Como testar um transistor NPN

  • Como testar um transistor PNP

  • Testes de acionamento do transistor com o multímetro

  • Sistemas de ignição transistorizados com controle eletrônico

  • Estágio de potência transistorizado para controle de ignição

  • Gráfico do controle de ignição

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sistemas de controle de ignição eletrônico

  • Controle de ignição dinâmico com estágio de potência dentro da UCE

  • Controle de ignição dinâmico com estágio de potência fora da UCE

  • Ignição por saturação do circuito primário

  • Ignição por controle de corrente do circuito primário

  • Módulo de ignição de alta potência HEI (High Energy Ignition)

  • Diagrama elétrico do sistema de ignição Delco Multec 700

  • Pinos de comando do módulo HEI

  • Teste de disparo da bobina de ignição

  • Teste do transistor interno do módulo HEI

  •  Módulo de ignição TFI (Thickness Film Ignition)

  • Lógica de funcionamento do módulo TFI

  • Imagens do circuito primário do módulo TFI com controle de corrente elétrica

  • Testes no módulo TFI

  • Teste do transistor interno do módulo TFI

 

 

 

 

 

 

 

 

  •  

  • Sistemas de ignição com sensor de rotação por efeito indutivo

  • Descrição das unidades MINI-TSZi (3/5/6/7 pinos)

  • Descrição das unidades Magneti Marelli BKL4A (5 pinos)

  • Teste de disparo da bobina de ignição nas unidades com controle indutivo

  • Padrão de imagens da polaridade do sinal da bobina impulsora

  • Teste do transistor interno dos módulos de ignição transistorizado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Sistemas de ignição com sensor de rotação por efeito Hall

  • Descrição das Unidades TSZ-h (6/7 pinos)

  • Descrição das unidades de 6 pinos TELEFUNKEN, BOSCH e Magneti Marelli

  • Descrição das unidades de ignição TZ (LE Jetronic)

  • Teste de disparo da bobina de ignição nas unidades TSZ-h

  • Teste do transistor interno dos módulos de ignição transistorizado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Estágio de potência de bobinas de 3 pinos (linha VW)

  • Descrição do estágio de potência GM (4 pinos)

  • Descrição do estágio de potência FIAT Magneti Marelli BKL3B ou BKL3BD (7 pinos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Descrição do estágio de potência Volvo 850 2.0, 2.3 Turbo e 2.5 20V (4 pinos)

  • Descrição do estágio de potência Chrysler Stratus com motor 2.5 V6

  • Descrição do estágio de potência Honda Civic 1996 a 1999 (distribuidor marca TEC)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Visual do diagrama elétrico interno de ignição (Sistema Bosch LE Jetronic)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Diagrama elétrico interno de ignição (Sistema Bosch Motronic M1.5/M1.5.2)

  • Visual do diagrama elétrico interno de ignição (Sistema Bosch Monomotronic MA1.7)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Visual do diagrama elétrico interno de ignição (Sistema Magneti Marelli G7)

  • Visual do diagrama elétrico interno de ignição (Sistema FIC EEC-IV Escort ZETEC)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Teste dinâmico do funcionamento do sistema de ignição

  • Teste do transistor interno das unidades descritas

  • Esquema de ligação do platinado transformado para controle eletrônico

  • Ligação da unidade de ignição EZK com controle eletrônico de avanço de ignição

  • Sistema de ignição estático

  • Sistema de ignição estático (DIS)

  •  Gráfico do circuito primário de ignição sistema DIS

  • Ford Fiesta Rocam, GM Celta 1.0, Astra 1.8, Astra 2.0 Flex

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Fiat PÁLIO 1.6 16V e TIPO 1.6 ie

  • GM Vectra-B 8V/16V (motor 2.0/2.2)

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Citroen XSARA 1.8 16V e XANTIA 1.8, Peugeot 306 1.8 16V

  • Fiat Stilo 8V (motor 1.8) e Mercedes Benz Classe A 160 e 190

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • GM Omega e Suprema (motor 4.1)

  • Ford Ranger e Explorer (motores 3.0 V6 e 4.0 V6)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Alfa Romeo 145 e 155 TS (motor 2.0 16V)

  • GM Corsa Sedan MPFI (motor 1.0 e 1.6)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Subaru Impreza SOHC (motor 1.8) e VW Gol Power com EPC (motor 1.0)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Hyundai Sonata MFI (motor 1.5) e Suzuki Jimny

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • GM Vectra GSi 16V (motor 2.0)

  • Audi A6 (motor ACK 2.8)

  • Audi 100 (motor ABC 2.6 e AAH 2.8)

 

 

 

 

 

 

 

  • Bobina de ignição única (COP ou Coil On Plug)

  • BMW 316i (motor E46/164E3), 316i e 318i (motor E46/194E1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Fiat STILO 1.8 16V

  • Renault SCENIC RT 1.6 16V, CLIO e MEGANE 1.6 16V

  • Nissan LIVINA 1.8 motor K4M

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Nissan LIVINA e VERSA 1.8 motor MR18DE

  • Toyota COROLLA (motor 2GF-FE)

  • Toyota RAV4 2007 (motor 2GF-RE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  •  VW GOLF Turbo (motor 1.8 AUQ 180 CV) e Fiat MAREA (motor 1.8)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • AUDI A3 e VW GOLF Turbo (motor 1.8 AGU 150 CV)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Honda CIVIC 2000 a 2006 (motores KB, KK, KX, KY, KE, KG e KR)

  • Honda NEW CIVIC (motor R18A2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Honda FIT 1.4 (8 bobinas)

 

 

 

 

  • VW Up 1.0 motor CHYA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  •  VW Up 1.0 motor CHYA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Controle de ignição dentro da UCE para bobina única por cilindro

  • Volvo 960 3.0 V6 1991 a 1997 (motor 6304F)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Volvo XC60 5cc TURBO após 2010.

 

  • Volvo XC90 6cc TURBO após 2010.

 

  • Porsche CAYENNE 3.2 V6 ano 2007

 

 

  • Controle de ignição dentro da UCE para bobina única com monitor de diagnóstico

  • BMW 323i, 325i e 328i

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • O Processo de ignição em motores de ciclo OTTO

  • Gráfico do circuito primário de ignição com platinado

  • Gráfico do circuito primário de ignição eletrônico

  • Padrão gráfico do circuito primário de ignição com controle eletrônico

  • Testes no circuito primário

  • Falhas no circuito primário que afetam a alta tensão no secundário

  • Circuito secundário de ignição (circuito de alta tensão)

  • KV de disparo (Tensão de disparo)

  • Fatores que afetam os KV de disparo

  • Tempo de centelha (tempo de queima)

  • KV de centelha (Tensão de queima)

  • Efetuando testes com o osciloscópio

  • Teste do isolamento do circuito secundário da ignição

  • Teste da polaridade da bobina de ignição

  • Relação de defeitos relacionados com a linha de disparo das velas

  • Teste das velas na aceleração rápida (SNAP KV)

  • Falhas mais comuns

  • Ajuste do avanço inicial de ignição

  • Aplicação de UCE do motor

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